sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

CENTRO DE PROGRESSÃO PENITENCIÁRIA DE FRANCO DA ROCHA

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         A construção do prédio foi iniciada em 1° de dezembro de 1928, sendo o seu engenheiro responsável, Oscar Machado de Almeida. A obra durou cerca de dois anos.

         Em 31 de dezembro de 1933, foi inaugurado e passou a ser denominado “Manicômio Judiciário de Franco da Rocha”.

         Passaram em tratamento à época, sentenciados como: João Acácio Pereira da Costa, conhecido como “Bandido da Luz Vermelha”. Ernesto Tomazzini Filho, conhecido como “Sansão”, temido pelos os demais por matar a cabeçadas. E ainda, “Mãe Preta”, “Mão de Onça”, “Chevette”, “Adil Guerreiro”, etc.

         Em 1985 o Manicômio Judiciário foi desativado e seus detentos encaminhados ao Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico, no prédio ao lado.

         No ano seguinte a unidade passou a ser classificada como penitenciaria, cujo objetivo era alojar presos em regime fechado, e foi construída uma ala para o regime semiaberto.

         Em 20 de novembro de 2001 a unidade passou a ser denominada “Centro de Progressão Penitenciaria de Franco da Rocha”, sendo destinada exclusivamente ao regime semiaberto.

         Atualmente, diversos projetos são desenvolvidos na unidade com o objetivo assegurar a execução administrativa das penas privativas de liberdade, sem esquecer-se de proporcionar as condições necessárias de assistência e promoção ao sentenciado visando sua reinserção social e preservando sua dignidade como cidadão.

         Para isso foram planejadas ações para a consolidação de vinculo familiar/afetivo, localizando familiares; encaminhamento ao trabalho; emissão de certidões e procurações; diversos tipos de assistência à saúde; trabalhos religiosos e apoio psicológico.

         Atualmente conta com 271 funcionários ativos. Sua população correcional gira em torno de 1.800 sentenciados.